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A maçã da vanguarda

com 3 comentários

VÍDEO >> Steve Jobs, CEO da Apple, apresentando o novo iPhone 3G

Poucas empresas podem se vangloriar de terem transcendido a simples idéia de “marca”. Como diz o publicitário Kevin Roberts, CEO do grupo Saatchi & Saatchi, em seu livro “Lovemarks – O futuro além das marcas”:

As Lovemarks não são propriedade das fabricantes, dos produtores, das empresas. São das pessoas que as amam.

A Apple Inc. é uma dessas privilegiadas. Fundada em 1976 por Steve Jobs e Steve Wozniak com o nome de Apple Computers, a companhia se tornou uma gigante dos computadores nos anos 1980, com o lançamento da série Macintosh. Entretanto, com a popularização da plataforma PC (Personal Computer), proporcionada pela IBM e pelo sistema operacional MS-DOS, da Microsoft, acabou se tornando de uso restrito a amantes de seu sistema operacional (Mac OS) ou de designers gráficos e de multimídia.

A saída de Jobs da empresa, em 1985, demitido pelos acionistas, representou o início de uma era de ostracismo e dificuldades. A companhia entrou em processo de declínio, mas em 1997, com a volta de Jobs (que criou a NeXT, vendida para a Apple em 1996, e também a Pixar, vendida recentemente para a Disney), passou a ter uma nova perspectiva com o lançamento, em 1998, do iMac, uma série de computadores coloridos com design inovador (eu tive um desses, o azul, chamado de “Blueberry”, ou mirtilo, uma espécie de fruta).

FOTO >> O iMac G3 Blueberry, um dos primeiros modelos da nova era da Apple

Foi a primeira das grandes idéias de Jobs, que tiraram a Apple do fundo do poço e a transformaram em uma empresa lucrativa e detentora da vanguarda mundial da tecnologia da informação.

Depois do iMac, nos últimos dez anos vieram o PowerMac, o MacBook, o iPod e, mais recentemente, o iPhone. A série de inovações inclui ainda a Apple TV, o MacBook Air, entre tantas outras.

FOTO >> O iPhone, a nova “coqueluche” da tecnologia global

Steve Jobs superou um câncer e hoje é um dos empresários mais ricos do planeta. Maior acionista individual da Disney depois de vender a Pixar para o conglomerado, agora aproveita a fama adquirida com as inovações criadas para a Apple, especialmente por suas apresentações ovacionadas. O mundo pára para ver e ouvir Jobs em seus trajes tradicionais (suéter preto, calça jeans e tênis), durante as edições da MacWorld Expo, que acontece anualmente.

Daqui a alguns meses, será possível ver pessoas no Brasil falando no novo iPhone 3G, adaptado para a terceira geração da telefonia móvel. A Claro e a Vivo prometem trazer o “brinquedo” que integra telefone celular, internet e funcionalidades que se tornam ainda mais interessantes pela tela com comandos acionados por “touchscreen” (“toque na tela”). Com os dedos, é possível mandar e-mails, armazenar arquivos, escutar músicas e navegar na Internet.

O mundo se tornou do tamanho de uma maçã. A maçã de Steve Jobs, a da vanguarda da tecnologia.

Escrito por Jonas Gonçalves

22/06/2008 às 00:41

3 Respostas

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  1. Apple is always the trend setter… :P

    sparsham

    22/06/2008 em 10:05

  2. Certainly.

    Jonas Gonçalves

    22/06/2008 em 21:30

  3. [...] Jonas Gonçalves, jornalista added an interesting post today on “A maçã da vanguarda” – a small reading: “Daqui a alguns meses, será possível ver pessoas no Brasil falando no novo iPhone 3G, adaptado para a terceira geração da telefonia móvel. Depois do iMac, nos últimos dez anos vieram o PowerMac, o MacBook, o iPod e, mais recentemente, o iPhone”.

    FOTO >> O iPhone, a nova “coqueluche” da tecnologia global
    VÍDEO >> Steve Jobs, CEO da Apple, apresentando o novo iPhone 3G
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